HISTÓRIA DO TRATAMENTO CONSERVADOR DE FRATURAS

Qual a importância atual do tratamento conservador (não cirúrgico) de fraturas?

Única opção de tratamento até o final do século XXVIII, o tratamento por meio da redução indireta (quando coloca-se o osso novamente na sua posição sem manipular diretamente a fratura) e imobilização perdeu espaço para o tratamento cirúrgico com a melhoria das técnicas e implantes, principalmente nos últimos 50-70 anos.

O TRATAMENTO CONSERVADOR ATUALMENTE

O papel dessa modalidade, porém, está longe de ser pequeno.

O maior estudo epidemiológico até aqui sobre fraturas demonstra que 68% de todas as fraturas que acometem a população ainda são tratadas conservadoramente.

Quando considera-se somente fraturas dos membros superiores, esse número sobe para 82%. As comuns fraturas de punho ou mão por exemplo estão entre as mais comumente tratadas sem procedimento cirúrgico (70% das fraturas de rádio distal e 89% das de metacarpos e falanges).

Se considerarmos populações específicas, crianças até 7 anos de idade tem suas fraturas tratadas sem cirurgia em 92% dos casos.

 

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Ref: 
1. McKee MD. Rockwood and Green’s fractures in Adults. 8th Ed. Court-Brown CM, Heckman JD, McQueen MM, Ricci WM, Tornetta P, editors. Vol. 1. Philadelphia, PA: Lippincott Williams & Wilkins; 2015. 1427–1470 p. 

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