O gesso é produzido a partir da extração de GIPSITA que é encontrada em jazidas naturais.
Os resíduos do gesso sim podem ser reciclados e reaproveitados, como está contido na Política Nacional de Resíduos Sólidos, e se enquadram na classe B.

Qual o impacto do gesso no meio ambiente?

Os impactos dos resíduos de gesso no meio ambiente são acentuados.
Constituído de sulfato de cálcio di-hidratado, em contato com o oxigênio da água oxida-se e torna-se tóxico para o meio ambiente devido a sulfurização dos solos e a contaminação dos lençóis freáticos, sendo um dos resíduos sólidos de mais difícil descarte e reciclagem devido seu potencial de dano ambiental.

O gesso descartado como lixo hospitalar

Mas aqui estamos falando do gesso ortopédico que é dispensado como lixo hospitalar e se enquadra no grupo D (resíduos comuns) dos Resíduos de Serviços de Saúde – RSS, que é o lixo hospitalar não oferece riscos biológicos, químicos ou radiológicos, a exemplo de luvas, gazes, papéis e outros materiais que devem ser encaminhados para incineração ou reciclagem de acordo com a RDC da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA nº 306 de 2004 e a Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente – CONAMA nº 358 de 2005.

Importante ressaltar que o descarte do lixo depende do peso e o gesso é um material pesado, podendo pesar de 500g a 2,5kg dependendo do tipo de imobilização e do tamanho do paciente, enquanto a nossa órtese pesa em média 30% do que pesa o gesso.

Descarte da Órteses por impressão 3D?

A órtese por impressão 3D, é feita em PETG (PET com Glicol), por isso o nome PETLock Orthosis® e de acordo com os dados levantados pela Associação Brasileira do PET (Abipet), a reciclagem do PET no Brasil é uma das mais desenvolvidas do mundo. Contamos com uma vasta gama de aplicações para o material reciclado, o que cria uma demanda constante do PET.

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